Antes do Coronavírus, em 2016, na maior crise que o Brasil viveu nos últimos anos até então, enquanto todos os setores despencavam (diversos tiveram redução de mais de 10%), o e-commerce crescia 7%. Mas esse número não impressiona tanto quanto o crescimento no número de usuários – 22%. Isso significa que se havia 100 usuários comprando online em 2015, em 2016 tínhamos 122. O crescimento continuou em ritmo acelerado nos anos seguintes, sempre acima de 10%, chegando a 16% em 2019. Veja o gráfico abaixo:

E aí, em 2020, veio o Coronavírus e muita gente ficou em casa. Isso não só mudou o comportamento DURANTE a quarentena, como também mudou o comportamento pós-quarentena, como já vemos em alguns países que estão saindo dela.

Aqui no Brasil, os números durante a quarentena espantam, e mostram que se a empresa não estiver pronta para ter seu próprio espaço de vendas pela Internet, não irá sobreviver por muito tempo.

O aumento é nas proporções de Black Friday, de 3 a 5 vezes o volume normal. Alguns são óbvios, como os supermercados. Outros nem tanto, como brinquedos, com aumento de 7 vezes. Mas faz sentido já que as pessoas estão com crianças em casa por mais tempo

Tom Canabarro, fundador da Konduto em entrevista para o G1

O ser-humano sempre busca comodidade e quando ele consegue ela, é difícil voltar atrás. Veja meu exemplo: embora eu seja uma pessoa bastante digital, sempre gostei de ir na loja da Nespresso comprar minhas cápsulas. Ia lá, experimentava um cafezinho e já aproveitava para fazer as compras. Até que veio a pandemia e me obrigou a comprar as cápsulas Nespresso. Adorei a experiência. Ao invés de provar, leio sobre o novo sabor. Ao invés de falar com o vendedor, leio os comentários. Adivinha? Na volta, quando sairmos do isolamento, não irei mais comprar as cápsulas na loja – irei comprá-las pelo website. A comodidade é maior desta forma.

Assim como eu, milhões de brasileiros que foram obrigados a rever seus hábitos devido ao isolamento, não vão voltar aos seus hábitos antigos depois. E isso, caro empresário, é praticamente uma sentença de morte para as empresas que não se prepararem para tal situação. Não estamos falando aqui de fechar a loja física – ela vai ainda ter sim seu espaço. Estamos falando de:

  • Ter uma forma de captar clientes no mundo online: aqui, falamos principalmente de Google, Facebook e Instagram para as empresas B2C e de Google e Linkedin para as empresas B2B.
  • Ter uma forma de vender seu produto ou serviço pela Internet. Aqui, de preferência, se que finalizar a venda diretamente. Entretanto, se o produto ou serviço for muito caro ou complexo (por exemplo equipamentos industriais), que se possibilite chegar a um estágio avançado de negociação sem nenhuma intervenção: marcar horário na agenda do consultor, trocar informações via chat, ter uma ideia do custo do orçamento, etc.
  • Introduzir técnicas de Inteligência de Tráfego e Ciência de Conversão. Você não pode tratar todos seus visitantes da mesma forma. Você tem que separar e “carimbar” quem pesquisa e segue adiante em ações desejadas dos que apenas visitam e saem. Dessa forma, você pode enviá-los para o Google, Instagram e Linkedin e separar quem realmente está interessado em seu produto e serviço e encontrar pessoas semelhantes a essas. Isso é que fará seu negócio virar realmente 100% digital.

Lembre-se que passamos, há muito tempo, a fase de ter apenas uma página institucional ou uma fanpage no Facebook. Você precisa realmente fechar negócios online. Parece, que mais uma vez, Bill Gates tinha razão total:

Em alguns anos vão existir dois tipos de empresas – as que fazem negócio pela Internet e as que estão fora dos negócios

Bill Gates, fundador da Microsoft

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Ulisses Giorgi da LucroDigital.Com.Br
Ulisses Giorgi da LucroDigital.Com.Br

Ulisses Giorgi é professor do curso de extensão em Marketing Digital na PUC/RS. Formado em Ciência da Computação pela UFRGS, tem mestrado em Sistemas Distribuídos e Reativos pela mesma instituição. Possui MBA Extension em Negociação e Liderança em Harvard.Cientista de Tráfego, através da Lucro Digital, vem ensinando empreendedores comuns como melhorar a venda de seus produtos e serviços na Internet utilizando Inteligência de Tráfego e liderando consultorias com diversos clientes.

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